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domingo, 9 de setembro de 2012

É oficial: CD do Ubuntu terá mais de 700 MB

É oficial: o Live CD do Ubuntu terá mais de 700 MB. A versão 12.10 aumentará o tamanho máximo da sua imagem de disco de 700MB para 800MB, tornando-o demasiadamente grande para caber numa tradicional mídia de CD-R.

A notícia veio da Canonical, através de Kate Stewart, que escreveu:
"Não há mais uma imagem de CD tradicional, imagem de DVD ou CD alternativo, mas sim uma única imagem do Ubuntu de 800MB que pode ser usado a partir de USB ou DVD".
Por que o aumento?

Em primeiro lugar, um extra de 100 MB a mais no disco dá aos desenvolvedores mais espaço para respirar e fazer melhores escolhas. Como aplicativos, pacotes e suas dependências se tornam maiores por assim faz a 'mudança necessária. No passado, isso resultou em escolhas.

Mas o tampão permanece pequeno o suficiente para impor a disciplina e parcimónia, assim, garantir que os desenvolvedores mantenham possível o padrão de instalação. Esta "poupança" já é evidente: a imagem do Ubuntu 12.10 Beta tem ≈745MB.

Tamanhos de disco para Ubuntu Releases (padrão Live Desktop 32bit iso):

≥ Ubuntu 12,10 Beta 1 ⊷ 74 5MB;
≥ Ubuntu 12.04.1 ⊷ 695 MB;
≥ Ubuntu 11.10 ⊷ 695 MB;
≥ Ubuntu 11.04 ⊷ 685 MB;
≥ Ubuntu 10.10 ⊷ 693 MB;
≥ Ubuntu 10.04 ⊷ 694 MB;
≥ Ubuntu 9.10 ⊷ 690 MB;
≥ Ubuntu 9.04 ⊷ 699 MB;
≥ Ubuntu 8.10 ⊷ 699 MB;
≥ Ubuntu 8.04 ⊷ 699 MB;
≥ Ubuntu 7.10 ⊷ 696 MB;
≥ Ubuntu 7.04 ⊷ 698 MB;
≥ Ubuntu 6.10 ⊷ 698 MB;
≥ Ubuntu 6.06 ⊷ 696 MB;
≥ Ubuntu 5.04 ⊷ 627 MB;
≥ Ubuntu 5.04 ⊷ 625 MB;
≥ Ubuntu 4.10 ⊷ 643 MB.


A maioria dos PCs e laptops feitos nos últimos anos são fornecidos com unidades de DVD e com entradas USBs. Mídias de DVD são fáceis de encontrar e baratas (aqui no Brasil, São Paulo, ≈ R$ 0,50). Instalar o Ubuntu via USB é muito fácil, na verdade o Ubuntu vem com um criador de Live USB por padrão e existem aplicativos semelhantes disponível para Windows e OS X.

Portanto, esta mudança, apesar de adicionar um pouco de tempo extra à espera de seu download, não é susceptível de se tornar um grande problema para a maioria dos usuários. E nem seu laptop ou dispositivo é tão velho que não tenha suporte a DVD ou boot USB. Talvez ele rápido o suficiente para executar o novo "Unity Unified".

Fonte: Tutor Free

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Estrutura de diretórios no Linux


A identificação dos objetos de um sistema de arquivos Linux é conhecida como inode. Ele carrega as informações onde o objeto está localizado no disco, informações de segurança, data de criação e a última modificação dentre outras informações.
Quando criamos um sistema de arquivos no Linux, cada dispositivo tem um número finito de inodes que será diretamente proporcional ao número de arquivos que este dispositivo poderá acomodar.
Comparando com o Windows, a organização dos diretórios do Linux é pouco mais complexa, porém você vai perceber que é a maneira correta conforme for lendo e entendendo.

Estrutura de diretórios do Linux

  1.            -       Diretório raiz.
  2. /bin       –      Diretório onde estão os arquivos  executáveis e comandos essenciais do sistema.
  3. /boot     -      Diretório onde estão os arquivos necessários para iniciar o sistema. Aqui é onde fica localizada a imagem do Kernel do Linux.
  4. /dev       -      Diretório onde estão os arquivos de dispositivos do sistema, como discos, cd-roms, terminais etc.
  5. /etc         -      Diretório onde estão localizados os arquivos de configuração do sistema.
  6. /home     -     Diretório que geralmente é usado  pelos usuários.
  7. /lib          -      Diretório onde estão localizadas as bibliotecas essenciais ao sistema, utilizadas pelos programas em /bin e módulos do Kernel.
  8. /mnt         -     Diretório vazio. Este diretório geralmente é utilizado para pontos de montagem de dispositivos.
  9. /proc        -     Diretório que possui informações do Kernel e de processos.
  10. /opt          -     Diretório onde estão localizados os aplicativos instalados que não venham com o Linux.
  11. /root         -     Diretório do superusuários(root). Em algumas distribuições ele pode ou não estar presente.
  12. /sbin        -      Diretório onde estão os arquivos essenciais do sistema, como aplicativos, utilitários para administração do sistema. Normalmente só o superusuário(root) tem acesso aos arquivos.
  13. /tmp          -      Diretório de arquivos temporários.
  14. /usr           -      Diretório de arquivos pertencentes aos usuários e a segunda maior hierarquia de diretórios no Linux.
  15. /var           -       Diretório onde são guardadas informações variáveis ao sistema, como arquivos de logs etc…
Fonte: Ubuntu Dicas

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Já está no ar o Ubuntu 12.04 Precise Pangolin


Nova versão do Ubuntu foi lançada nesta quinta-feira (24). (Fonte da imagem: Reprodução/Ubuntu.com)
Foi lançada nesta quinta-feira (26) a mais nova versão do Ubuntu. Com o codinome “Precise Pangolin”, a versão 12.04 do sistema operacional Linux mais popular do planeta já está disponível para download e traz uma série de novidades. O site britânico OMG! Ubuntu, um especializado na distro de Linux, divulgou uma lista com algumas das principais novidades do lançamento.

Pesquisas mais precisas usando o HUD

O HUD (Head-Up Display) é o grande destaque do Dash do Ubuntu (o "Menu Iniciar" deste sistema). O método, que começou a ser implantado apenas nas versões mais recentes do sistema junto com a interface Unity, foi aprimorado e está mais poderoso do que nunca. Agora, além de pesquisar em todo o sistema, ele vai adiante, permitindo ações com aplicativos e também pesquisas na web.

Tela de logon mais bonita

No Ubuntu 11.04, a tela de logon do Ubuntu foi remodelada e ganhou um novo visual novo. Agora, um ano depois, a novidade está ainda melhor, com animações e suporte para personalização. Destaque aqui para o menu simplificado para quem quer acessar o Ubuntu usando outras interfaces gráficas.

Buscas por vídeos aprimoradas

Outra novidade da interface Unity é a busca por vídeos. Agora, a nova lente Vídeo para Dash permite que você pesquise não somente em seu computador, mas também em toda a web. Fica a seu critério exibir ou não os resultados da internet, que também são exibidos no menu do sistema, mas são abertos diretamente em seu navegador padrão.

Listas rápidas na barra do Unity

Agora, as listas rápidas da barra de tarefas do sistema estão muito mais precisas e têm suporte para um número maior de programas. Clique com o botão direito sobre os aplicativos ali presentes, como o gerenciador de arquivos Nautilus ou o player multimídia Rhythmbox, entre outros, para verificar uma lista de novas possibilidades.

Atividades recentes sempre à mão

Quando você abre o menu do Unity, vai ver como padrão as suas atividades recentes. Isso facilita o ato de encontrar tudo o que você utilizou nos últimos momentos, como aplicativos, arquivos e também downloads recém-completados.

Privacidade garantida

Uma grata surpresa no Precise Pangolin é o sistema de privacidade, que deixa você escolher de forma mais prática tudo o que deve ou não armazenar as suas informações no Ubuntu. Programas como mensageiros instantâneos ou clientes de redes sociais são alguns exemplos de aplicativos que podem ser configurados pelo novo menu de privacidade da distribuição.

Atalhos do teclado

Todo sistema operacional possui uma porção de atalhos do teclado para acessar diversas opções. O Ubuntu não é diferente, mas a versão 12.04 oferece um menu em que exibe todos eles. Basta pressionar e segurar a tecla “Super Key” (a famosa tecla do Windows) para ver a lista na tela.

Dois monitores sem problema

Uma das novidades já há tempos anunciada para o Ubuntu 12.04 é uma forma mais amigável para configurar e gerenciar o uso de mais de um monitor. A função está mais simplificada, o que garante também uma melhor adaptação à interface Unity.

Como sempre, o Ubuntu a utilização é livre e pode ser baixada de http://www.ubuntu.com/download

Fonte: TecMundo

sábado, 7 de abril de 2012

Solução de vídeo SIS 671 / 672 / 771 / 772 para Ubuntu 12.04 e versões anteriores


Muito já foi publicado sobre a solução do problema da placa de vídeo, SIS 671 / 672 / 771 / 772 e demais placas de vídeo desta serie, 3D da sis este post na verdade é um esclarecimento, pois já fiz dois posts um para o ubuntu 11.04 e outro para o ubuntu 11.10 e que são praticamente iguais, para não se tornar repetitivo, gostaria de esclarecer que a solução ali apresentada é muito boa e que serve para todas a versões do ubuntu, pois consiste em instalar os pacotes ali expostos ou seus correspondentes em versão futura caso estes pacote venham a se tornar obsoletos o que não ocorreu com nenhum, desde a versão 7.04 a primeira que experimentei, pois se trata de pacotes que propiciam a compilação de um código fonte que se adapta a qualquer versão do ubuntu, kubuntu, xubuntu, medibuntu ou qualquer outro derivado deste tipo, que possa compilar com os mesmos pacotes ali apresentados.

Esta solução portanto se adapta perfeitamente para qualquer versão posterior ou anterior do ubuntu, bastando saber os pacotes correspondentes caso algum tenha mudado ou venha a mudar de nome, bem como para qualquer derivado que compile com os mesmos pacotes, como kubuntu, xubuntu, medibuntu ou qualquer outro.

Para acessar o post e seguir as instruções no qual fiz a instalação da versão 11.04 clique neste link:


Para acessar o post e seguir as instruções no qual fiz a instalação da versão 11.10 clique neste link:


Comparando os dois posts verifica-se que praticamente nada se modificou de uma versão para outra e certamente não vai se modificar nesta versão e nas próximas, por esta razão vou apenas esclarecer de acordo com os inúmeros comentários que chegaram. Que tendo por causa o fato de se tratar de um driver compilado pelo próprio sistema ele se adapta automaticamente para qualquer versão do ubuntu e derivados que compile com os mesmos pacotes, se tornando aplicável para todas elas.

Apenas lembrando que cada derivado tem seus próprios programas e devidas formas de chamar por exemplo o terminal, e diferentes programas em funções iguais, como por exemplo no ubuntu o gerenciador de arquivos é o nautilus, já no xubuntu é o thunar, no ubuntu o editor de arquivos de texto padrão é o gedit no kubuntu é o kate, há também diferenças quanto ao sudo no kubuntu, obviamente para estas funções vai se abrir no respectivo derivado o programa equivalente a função pretendida, mais no geral dá perfeitamente para qualquer um com conhecimento básico a médio do sistema, fazer todos os procedimentos do post em qualquer de seus derivados, bastando para isso apenas se informar a respeito das peculiaridades do derivado pretendido.

OBS: Este driver também é compatível com SIS 717

Está no ar a edição n.35 da Revista Espírito Livre!


Revista Espírito Livre – Ed. #035 – Fevereiro 2012


Organizar um evento não é tarefa fácil. Quem já organizou eventos, mesmo pequenos e de expressão local, sabe que não é uma tarefa simples. Organizar o I Fórum da Revista Espírito Livre foi muito gratificante, entretanto extremamente trabalhoso. Ao final senti aquela sensação de dever cumprido, de missão cumprida. Realmente algo muito bom de sentir.

Mas para quem não acompanhou as notícias do final do ano de 2011, no final do mês de novembro, mais precisamente no dia 29/11, a capital capixaba, Vitória, recebeu a primeira edição do Fórum da Revista Espírito Livre. O evento foi um sucesso e contou com a participação de muitos colaboradores da publicação, além é claro, de vários leitores que estiveram presentes durante todo o dia, em busca de conhecimento, informação de qualidade, ou para conhecer aqueles que fazem a Revista Espírito Livre regularmente.

A principal motivação para a realização do fórum da Revista Espírito Livre surgiu da necessidade de encurtar as distâncias entre leitores e colaboradores, já que a publicação existe apenas como uma revista digital. Outra motivação era a de levantar recursos para ajudar a sustentar a produção da revista, algo extremamente importante. Além disso, a proposta era de, ao final do evento, serem reunidos os trabalhos apresentados durante todo o dia, e compilados em uma edição especial, com a contribuição de textos dos palestrantes e parceiros envolvidos. Esta, portanto, a primeira de muitas. Assim espero.

Já está sendo planejado edições em outras cidades, na esperança de poder atingir um público ainda maior de pessoas. Nas páginas desta edição você irá conferir alguns dos principais temas abordados durante o evento ocorrido em Vitória/ES.

Fonte: Ubuntero

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Linux Mint 12 já está disponível para download

O Linux Mint 12 (codinome Lisa) ainda não foi anunciado na página oficial do projeto, mas já vazou na internet e está disponível para download. A distribuição é conhecida pela sua elegância e recursos visuais, além de uma interface mais amigável. Por isso é uma das distribuições mais usadas em computadores pessoais.


O lançamento é baseado no recente Ubuntu 11.10 e utiliza o Gnome 3 como gerenciador de janelas. No entanto, trata-se de uma interface personalizada para se parecer com o clássico Gnome 2. É ótimo para usuários já antigos que desejam migrar para o GNOME 3, sem ter que se readaptar.

O Mint 12 oferece os seguintes itens:
  • Linux kernel 3.0;
  • GNOME 3.2;
  • Mozilla Firefox 7.0;
  • Mozilla Thunderbird 7.0;
  • Instalador de 1 clique para codecs multimídia e aplicativos extras;
  • LibreOffice 3.4;
  • Gerenciador de logins LightDM.

O Linux Mint 12 também inclui a MATE Desktop interface para todos os fãs do GNOME 2, disponível no prompt de login. Esta distribuição está disponível em versões de 32 Bits e 64 Bits. Também serão oferecidos Live CD (sem nenhum Codec) e Live DVD (com todas as ferramentas e codecs inclusos).

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Ubuntu 12.04 terá tempo de suporte estendido para cinco anos

Originalmente o Ubuntu tinha um tempo de suporte de apenas 18 meses para cada distro. Pode parecer muito, considerando que o sistema ganha uma nova versão a cada seis meses e em 18 meses já teríamos pelo menos três novas versões dele, com atualizações. A Canonicaldecidiu mudar isso ao anunciar que o Ubuntu 12.04 terá um tempo maior de suporte garantido: de três para cinco anos, com direito a atualizações de segurança e afins.

A ideia é que “apenas” 18 meses não é muito interessante para empresas. Planejar a migração de todo o parque de máquinas de uma companhia com 4.000 computadores a cada um ano e meio é um trabalho quase impossível. E isso sem contar os servidores, que sempre requerem um cuidado especial.

E há outro problema: fabricantes de hardware que quisessem colocar o Ubuntu em seus computadores teriam pouco tempo de suporte da própria Canonical. Qual a chance da Dell (por exemplo) se sentir à vontade para vender um notebook com o Ubuntu pré-instalado se existe a chance do sistema sair da loja sem qualquer suporte da Canonical?
Gráfico da Canonical explicando o tempo de suporte para as novas versões

A ideia por trás das versões LTS (Long Term Support ou Suporte por Tempo Estendido) do Ubuntu é justamente tornar a distro mais atraente para essas empresas e fabricantes. Tais distros especiais tem um tempo maior de suporte por parte da Canonical, que se compromete a entregar atualizações diversas por um período (e apenas atualizações de manutenção e segurança depois), e portanto podem ser usadas por mais tempo sem medo.

A boa notícia é que até então as versões Desktop do Ubuntu tinham tempo de suporte de três anos, e as versões Servidor tinham suporte de cinco anos. Agora está tudo igual: tanto as versões Desktop como de Servidor do Ubuntu 12.04 LTS terão tempo de suporte de cinco anos.

Interessante notar que isso não muda em nada o ciclo de dois anos para as versões LTS. Ou seja, a versão 14.04 do Ubuntu também terá um tempo de suporte maior, mesmo com o Ubuntu 12.04 sendo mantido até meados de 2017.

Isso, claro, se o mundo não acabar em dezembro de 2012.

Fonte: TecnoBlog

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Kernel Linux 3.1 é lançado

Depois um longo atraso causado pela invasão dos servidores que hospedavam o código-fonte do projeto, Linus Torvalds liberou hoje de manhã a nova versão do Kernel Linux, o Kernel 3.1. E com ela, diversas novidades que irão agradar tanto aos usuários quanto aos desenvolvedores.

Agora com muito mais pinguins!

O anúncio, feito no newsgroup de desenvolvedores do Kernel, não fala muito das novidades da nova versão, mas um pulo ao Kernel Newbies mostra uma lista dos itens que foram adicionados. Dos mais interessantes, podemos destacar:
Melhorias diversas nos drivers gráficos, inclusive trazendo aceleração 3D para diversas placas com chips da GeForce;
Melhorias que aumentam a velocidade e expandem a capacidade de sistemas de virtualização, como o KVM e o Xen;
Suporte para o OpenRISC, uma arquitetura aberta;
Drivers para o Nintendo Wiimote. Ou seja, com os devidos ajustes, será possível controlar o Linux usando o controle do Wii;
Suporte a NFC (near-field communication);

Como sempre, vale a pena esperar que sua distro favorita crie os pacotes para que a atualização do Kernel seja o menos traumática possível, mas se você é corajoso e não tem medo de passar madrugadas acordando resolvendo problemas, pode baixar o código-fonte do Kernel 3.1 direto do repositório git do projeto. E boa sorte!

Fonte: TecnoBlog

terça-feira, 18 de outubro de 2011

R.I.P Dennis Ritchie

 

Dennis Ritchie, criador da linguagem C (desenvolvida inicialmente por ele entre 1969 e 1973) e co-criador do Unix (juntamente com Ken Thompson) faleceu no dia 12 de Outubro de 2011, após uma longa enfermidade. Ritchie aposentou-se em 2007 como pesquisador na Lucent (então proprietária dos antigos Bell Labs, onde nasceu o Unix), mas permanecia atuando como consultor.
Nós usuários de um clone do Unix devemos muito às suas ideias originais e ao esforço que fez para disseminar a linguagem C e o sistema operacional Unix.

Fonte: Br-Linux

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Ubuntu 12.04 tem seu nome escolhido: Pangolim Preciso

Ubuntu 12.04 PPA vida de um sistema operacional de sucesso não é fácil: mal saiu uma versão, e a Canonicaljá está trabalhando na próxima. E como toda boa versão do Ubuntu precisa de um nome, o primeiro lançamento de 2012 finalmente foi batizado hoje. Contemplem o todo-poderosoPangolim Preciso, também conhecido como Ubuntu 12.04!

O anúncio da escolha do nome veio do próprio Mark Shuttleworth, que explicou a escolha em seu blog (tradução livre):

"O Ubuntu 12.04 é um LTS. E por isso queremos que ele seja resistente, durável, sólido como uma rocha e tenha boas defesas. E essa versão também será a cara do Ubuntu por um bom tempo, então queremos que ele não tenha pontas soltas, que ele seja coerente, puro.
(…) Balanceando todas essas opções, eu acho que nós temos a mistura ideal no mascote escolhido para o Ubuntu 12.04 LTS. Senhora e senhores, eu lhes apresento o Precise Pangolin."

E com esse nome, seguindo a tendência de usar um adjetivo mais um nome de animal que comecem com a mesma letra, nasce o Pangolim Preciso. Pessoalmente eu preferia que fosse um pinguim, mas a vida é assim mesmo…

Acredite se quiser, mas o Sandshrew do desenho animado Pokémon é um Pangolim
E o que é um pangolim? Segundo a Wikipédia, pangolins são mamiferos comedores de insetos que possuem o corpo coberto de escamas. Muito parecido com o nosso Tatu, mas bem mais feio. Ou seja, bichinhos robustos e que tem uma ótima proteção, justamente o que se espera de uma distro LTS.

E você? Gostou do animal?

Fonte: TecnoBlog

terça-feira, 2 de agosto de 2011

10 coisas que não existiriam se não fosse o Linux


Linux. Muita gente treme só de ouvir falar no sistema operacional criado por Linus Torvalds e divulgado ao mundo a partir de 1991. Contudo, essa história de que “Linux é difícil de usar” tem ficado dia a dia mais para trás, vide distribuições cada vez mais funcionais e amigáveis para o usuário final como Fedora e Ubuntu.
Contudo, o sistema operacional livre mais usado no mundo não corresponde apenas às várias distribuições que milhões de pessoas usam ao redor do globo terrestre. Ele está em lugares que você, provavelmente, nem imagina, comprovando toda sua robustez e versatilidade.
Ele é usado em diversas funções diferentes e o Tecmundo lista agora dez coisas que provavelmente não existiriam se não fosse o Linux.
Tux, o mascote do Linux

Grandes servidores


Serviços que você utiliza todos os dias, como Google e Facebook têm Linux rodando em seus servidores para armazenar muito conteúdo. Todos os serviços de web da Google, como Docs, Agenda e Calendário, ficam hospedados em máquinas com o sistema operacional do pinguim.


Sistemas de controle de tráfego aéreo


Para que as pessoas viajem em segurança de uma parte a outra do mundo, há a necessidade de controle de tráfego aéreo. A maioria das máquinas operadas pelos controladores de voo usa Linux para garantir que o avião que carrega você de um ponto a outro decole e pouse em segurança.


Sistemas de alta tecnologia para controle de tráfego


Segundo o site LinuxforDevices.com, a cidade de San Francisco, uma das mais populosas dos Estados Unidos, usa um sistema de alta tecnologia para controle de tráfego terrestre. O município tem um trânsito caótico e é com Linux rodando em seus computadores que a prefeitura local pretende reduzir esse problema.


Android


Android também é Linux.
O Android é o sistema operacional desenvolvido pela Google para dispositivos portáteis. Ele é um dos mais usados do gênero e cada vez mais novos aparelhos de grandes fabricantes são lançados com ele instalado. Pois se você ainda não sabia, agora é a hora: Android é desenvolvido tendo como base o Linux.


Trem de alta velocidade japonês


Outra ajuda que o Linux dá ao mundo dos transportes é funcionando nos computadores que operam o sistema de trens de alta velocidade no Japão. Sempre que nessas enormes e velozes máquinas de ferro embarcam passageiros e eles partem rumo ao seu destino, é o sistema criado por Linus Torvalds demonstrando a sua versatilidade.


olsa de Nova York


A Bolsa de Valores de Nova York também usa Linux. Desde 2007, o local que é o ponto nevrálgico do sistema financeiro estadunidense optou por instalar o sistema livre em suas máquinas. Os motivos são simples e claros: redução de custos (afinal, Linux é de graça e não se paga licença) e aumento de flexibilidade (não à toa o sistema é chamado de “livre”).


Supercomputadores


Outra informação recorrente no mundo do software livre é a preferência de desenvolvedores de supercomputadores pelo Linux. Estimativas apontam para cerca de 90% das supermáquinas existentes hoje rodando alguma variação de Linux. A explicação talvez seja a mais óbvia: o sistema livre é gratuito e flexível.


Carros inteligentes da Toyota


Toyota agora faz parte da Linux Foundation.
Recentemente, de acordo com o site LinuxInsider, a Toyota aderiu à Linux Foundation, a fundação criada em 2007 e que é responsável pela colaboração para aprimoramento do sistema. A justificativa, segundo o gerente geral de projetos da empresa Kenichi Murata, foi o fato de o sistema Linux possuir “a flexibilidade e a maturidade tecnológica” de que eles precisam para desenvolver veículos inteligentes.


Acelerador de partícula


A Cern, Organização Europeia para a Investigação Nuclear, maior laboratório de física de partículas do mundo e referência global no assunto, faz uso do sistema em suas pesquisas relacionadas a partículas de energia. O famoso acelerador de partículas do laboratório funciona com Linux.


Submarinos nucleares


A Lockheed Martin, maior produtora de produtos aeroespaciais para fins militares do mundo, apresentou, em 2004, a linha de submarinos nucleares BAEs Astute-class. O sistema central dessas máquinas subaquáticas possui a distribuição de Linux Red Hat instalada.
. . . . .
Se você ainda procurava motivos para se tornar fã de software livre e do Linux, um dos maiores expoentes desse campo da tecnologia, aí estão mais dez. Não deixe de registrar sua opinião nos comentários abaixo.


Fonte: Baixaki

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Kernel do Linux é atualizado para rodar em processadores recentes

O finlandês Linus Torvalds, criador do sistema operacional Linux, aprovou nesta semana a versão de testes do Kernel do Linux 3.0 RC1. A novidade principal é a disponibilidade do driver oficial ao Kinect, da Microsfot.


A próxima versão do Linux Kernel será otimizada para os novos processadores da Intel (Sandy Bridge e Ivy Bridge) e da AMD (AMD Fusion). Além disso, ela também terá atualização de drivers gráficos e suportará CleanCache.

O Linux 3.0 do sistema operacional marca o aniversário de 20 anos do Linux, já que ele foi apresentado em 1991, por Torvalds. O criador afirma: "A versão 3.0 não tem nenhuma ruptura e nenhuma função nova e assustadora, nada disso".

Canonical libera Ubuntu 11.10 Alpha 1 com GNOME 3 para download

O Ubuntu 11.10 só será lançado em outubro, mas como sempre a Canonical vai liberando as versões Alpha e Beta da distro para que gente já possa ter uma idéia do que estar por vir, além de encontrar bugs e comentar possíveis mudanças. E, ao que tudo indica, teremos muitas novidades vindo por aí!
Nesse primeiro Alpha da “Jaguatirica Onírica”, chama a atenção que a Canonical resolveu utilizar o GNOME 3. Ele está lá, disponível para uso, junto com o Unity. Mas muita calma, que como todo bom Alpha a integração ainda não está perfeita e o GNOME vai precisar passar por muitos ajustes para funcionar corretamente no Ubuntu.
Além disso, o Ubuntu 11.10 Alpha 1 também traz o Mozilla Firefox 5 beta para que possamos testar, além do Kernel 2.6.39, com várias alterações em drivers e suporte a novos equipamentos. Provavelmente veremos o kernel 3.0 na versão final, mas ainda é cedo para dizer.
Outra novidade é que o Unity 2D é carregado por padrão se você não possui placa de vídeo com suporte a 3D ou se os drivers não estão instalados. Ou seja: vão se acostumando, a interface clássica do Ubuntu agora é passado.


O download do Ubuntu 11.10 Alpha 1 pode ser feito no site da Canonical. Não custa nada lembrar, essa versão é absurdamente instável, e não deve ser instalada em ambientes de produção. A versão final do Ubuntu 11.10 deve estar disponível para download no dia 13 de outubro de 2011.

Fonte: TecnoBlog

terça-feira, 31 de maio de 2011

Linux Kernel 3.0: conheça as mudanças da nova versão

Depois de mais ou menos 15 anos na versão 2.x, Linus Torvalds finalmente anunciou que o kernel do Linux passará para a versão 3.0 já no próximo release. E o que muda com essa alteração de versão? Segundo o próprio Torvalds: “nada”.
De acordo com Torvalds, que fez o anúncio na lista de desenvolvedores do kernel, a decisão de mudar tão drasticamente a versão do kernel tem muito mais a ver com a comemoração dos 20 anos do Linux do que com novas funções ou a reescrita de código.


Linha do tempo do kernel Linux
Torvalds também comenta que parte da mudança vem da sua dificuldade de contar acima de 40, motivo que qualquer um com mais de 30 anos entenderá perfeitamente (a versão atual está na versão 2.6.39, e como podemos ver na linha do tempo acima, dificilmente o kernel passa dessa numeração).
Obviamente, muitos podem esperar grandes mudanças a partir dessa nova numeração do kernel, mas a verdade é que a versão 3.0 do Linux será um lançamento sem qualquer mudança drástica. Não esperem algo como foi visto no GNOME 3 ou KDE 4; não é isso o que Linus quer no momento.
As eventuais correções de bugs estarão lá, algumas atualizações nos drivers também, mas é só isso. Não espere mudanças na API, não espere novas funções, não espere uma longa lista de mudanças no código-fonte que podem acabar quebrando outros programas que fazem uso do kernel. No momento, Torvalds só quer mesmo é partir para uma nova versão do Linux. E evitar as centenas de problemas que ocorrem quando um projeto lança uma nova versão “.0″, com bugs, problemas de compatibilidade, e afins.Por enquanto, a versão 3.0 do kernel Linux está na versão RC1, e o código-fonte pode ser baixado no site kernel.org. Lembramos a todos que embora versões RC (release candidate) estejam bem próximas da versão final, deve-se evitar o uso em ambientes de produção. E, se você não tem a menor idéia de como começar a compilar um código-fonte, talvez seja melhor esperar que a sua distro favorita libere o pacote já compilado.
 
Fonte: TecnoBlog

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Próxima versão do Linux pode ser a estável 3.0


O criador do Linux, Linus Torvalds, está considerando lançar a próxima versão do Linux como 3.0, tudo por causa de uma discussão nalista de desenvolvimento do kernel. A fim de manter os utilizadores do sistema atualizados sobre futuras mudanças, Torvalds disse na lista que, devido ao grande número de mudanças concluídas, a próxima versão do Linux , conhecida como 2.6, seria, agora, a versão 2.8.
Em resposta, Ingo Molnar e outros desenvolvedores perguntaram o motivo de não ir direto para uma versão estável, sendo esta a 3.0. Torvalds respondeu que seria uma boa ideia, pois marcaria a "terceira década" do kernel. Mesmo assim, o criador do Linux não confirmou o "nome" 3.0 oficialmente.
A próxima versão do Linux será lançada ainda este ano, mas não possui data oficial. Se os desenvolvedores mantiverem o ritmo, todas as mudanças necessárias para a estabilidade do kernel podem estar prontas até julho.

sábado, 7 de maio de 2011

Análise: Ubuntu Linux 11.04




A espera acabou. No dia 28 de abril de 2011 foi lançada a nova versão estável do Ubuntu, também conhecida como Natty Narwhal. Quem passou quase um ano aguardando as novidades na distribuição Linux mais popular dos últimos tempos pode comemorar: novidade é o que não falta.

A começar pelo ambiente gráfico, que agora possui uma interface nova e que, inicialmente, havia sido desenvolvida para netbooks. Além disso, também há novas escolhas padrão de softwares, mais integração com o serviço na nuvem da Canonical e, obviamente, muitos bugs corrigidos.

Mas vamos ao que interessa: quais são as mudanças o Ubuntu 11.04?

Estrelando, Unity!


Antes, é necessário esclarecer uma dúvida: o ambiente gráfico do Ubuntu continua sendo o GNOME. O que saiu da distribuição foi o Gnome Shell, peça responsável pelas funções de interface com o usuário, ações como mudar o foco de uma janela ou executar aplicações, por
exemplo.

Em seu lugar, temos a Unity, uma interface desenvolvida pela equipe de desenvolvedores da Canonical Ltd. Inicialmente, o novo shell foi desenvolvido para netbooks, com o objetivo de um aproveitamento maior do espaço limitado da tela desses portáteis.

Existem diversas razões para justificar a decisão de abandonar o Gnome Shell, mas a principal é o fato de que, diferentemente de sua contraparte, a Unity continua usando o Compiz, software responsável pelos efeitos tridimensionais do desktop.

Discussões à parte, o que interessa é o fato de que a Unity muda completamente a forma de interagir com o ambiente gráfico. Para começar, as janelas dos programas perderam a barra de menus. De maneira similar à do Mac OS X, o Ubuntu 11.04 traz uma barra única, posicionada no topo da tela. As opções de menu mudam de acordo com a janela selecionada pelo usuário.

Participações especiais: dash e launcher

O menu principal do GNOME, como visto no Lucid Lynx e seus predecessores, foi substituído pelo dash, que acaba sendo muito mais do que um simples atalho para as principais aplicações do sistema.


Para começar, ele não possui aquela infinidade de seções de softwares. Essas divisões foram substituídas por um campo de busca em que o usuário pode pesquisar pelo programa que deseja executar. Quem não dispensa o uso do mouse ficará feliz com as opções “Internet Apps”, “Media Apps” e “More Apps”, que funcionam de maneira similar ao menu mais tradicional.

De maneira semelhante ao Dock do Mac OS X, é no launcher que ficam os ícones dos softwares em execução e também atalhos para as aplicações mais utilizadas. Note que os ícones também indicam o número de instâncias abertas por cada software e podem ser reordenados pelo usuário.


Outro item que se destaca no launcher é o que possibilita um acesso mais prático às quatro áreas de trabalho disponíveis no ambiente gráfico. Clicando sobre ele, fica mais fácil visualizar as janelas abertas no sistema e movê-las para outro desktop com o arrastar do mouse. Além disso, o botão “Aplicativos” também sugere softwares disponíveis para instalação por meio da Central de Programas do Ubuntu.

Crítica implacável

As mudanças na interface do Ubuntu não foram tão bem recebidas assim. Embora muita gente tenha aprovado as alterações, alguns acharam que a Canonical se inspirou de maneira errada no design da interface gráfica da Apple.

Dash e launcher, por exemplo, foram vistos como ótimas iniciativas, mas o fato de a Unity ter sido desenvolvida para netbooks ainda incomoda. O principal argumento é que ela funciona melhor com dispositivos portáteis e com tela sensível ao toque (touchscreen), não para desktops comuns.

Embora a crítica tenha fundamento, não dá para negar que uma melhor utilização do espaço da área de trabalho é um ponto muito positivo, seja em telas pequenas ou grandes. E quanto a isso, a Unity não desaponta.

Teste antes de instalar


Não é novidade o fato de que o Ubuntu é distribuído em uma versão Live CD, ou seja, que o usuário pode usar o sistema sem precisar instalá-lo no computador. Para isso, basta iniciar a máquina a partir do CD e confirmar que você gostaria de experimentar o Ubuntu antes de instalá-lo (botão “Try Ubuntu”).

Mas agora, os usuários que já possuem a distro instalada no disco rígido do PC também podem testar um software antes de instalá-lo por meio da Central de Programas do Ubuntu. A mágica fica por conta do fica por conta do QtNX, software que permite a execução do aplicativo em um servidor remoto.

Dessa forma, caso você encontre o botão “Test Drive” logo abaixo da imagem da aplicação, basta clicar sobre ele para testar o software antes de instalar. Porém, note que nem todos os programas apresentam essa opção e, principalmente, de que o pacote QtNX precisa estar instalado para que essa funcionalidade seja disponibilizada.

Também é recomendável ter uma conexão de banda larga com a internet, caso contrário o usuário enfrentará problemas de desempenho durante o test drive.

Novas escolhas de softwares


Depois da crise que assolou o projeto OpenOffice, chegou a hora do Ubuntu decidir de que lado está. E como muitos esperavam, os responsáveis pelo projeto escolheram o LibreOffice como suíte de escritório padrão. Além disso, o reprodutor de áudio padrão, Rhythmbox foi substituído pelo Banshee 2, que conta uma remodelação na interface, para causar menos estranhamento ao usuário. O servidor X.org também foi atualizado.

Os fãs do Mozilla Firefox não precisam se preocupar: a versão 4 está presente. Muitos outros aplicativos também foram atualizados.


Quem se interessa pelos aspectos de baixo nível do sistema ficará contente em saber que o kernel escolhido para o lançamento foi o 2.6.38, que além de correções de bugs, oferece mais compatibilidade com dispositivos de áudio, prevenção contra travamentos causados pela GPU, drivers atualizados, suporte para mais modelos de hardware e ao Intel IPS, e melhorias relacionadas aos sistemas de arquivo Btrfs, Ext4 e XFS.

Entre outros softwares atualizados estão as ferramentas de desenvolvimento da GNU, conhecidas como toolchain, que agora podem ser utilizadas com a versão 4.5 do GCC

Simplicidade

Outro aspecto que chama a atenção no Ubuntu 11.04 é a simplificação de alguns pontos da distribuição. A instalação, por exemplo, apresenta menos opções e, com isso, torna o processo mais fácil para o usuário. O texto das telas também está mais simples e direto, sem termos técnicos que possam confundir quem estiver instalando o sistema.

Quanto à distribuição, há também uma redução no número de imagens ISO para download. Com o uso da interface Unity em desktop, não havia mais razão para manter em separado uma versão do Ubuntu para netbooks. Agora, o mesmo arquivo é utilizado para instalar o sistema tanto em computadores de mesa quanto em portáteis.


Os usuários só devem usar a versão de netbook para computadores com processadores ARM OMAP3 e OMAP 4. Essa versão conta com o painel 2D do Unity habilitado por padrão.

Houve também uma diminuição de despesas com o cancelamento do programa ShipIt, que distribuía gratuitamente CDs de instalação do Ubuntu pelo correio. Porém, com a popularização da banda larga, baixar um arquivo de 700 MB já não é mais tão problemático.
Usuário nas nuvens!

Outra novidade do Ubuntu 11.04 é uma integração maior com o serviço Ubuntu One, da Canonical. Para quem ainda não conhece, o usuário pode se cadastrar gratuitamente no One e obter 2 GB de espaço na nuvem para armazenar arquivos, contatos e anotações. Com o Natty Narwhal, acessar esse serviço ficou mais prático, graças ao aplicativo em destaque, no launcher.
...

E você? Já atualizou o seu sistema? Não se esqueça de contar para nós o que você achou do Ubuntu 11.04 e da Unity.

Fonte: Baixaki

terça-feira, 3 de maio de 2011

Lançada edição n.25 da Revista Espírito Livre!

Revista Espírito Livre - Ed. #025 - Abril 2011
 
Revista Espírito Livre – Ed. #025 – Abril 2011
Revista Espírito Livre - Ed. n #025 - Abril 2011

Chega o mês de abril, mês em que a Revista Espírito Livre completa 2 anos de existência. E o que dizer nestes dois anos em que a revista esteve presente na vidas dos leitores e dos colaboradores envolvidos? Muita coisa! Muita coisa dizer. Confesso que não imaginei que chegaríamos tão longe. Também não imaginei que teria caminhando ao meu lado, tanta gente envolvida em causas importantes, causas que tornam o meu e o seu cotidiano, diferente. Trouxemos à tona assuntos que alguns haviam sido esquecidos, assuntos densos e complexos, assuntos bacanas e aplicáveis no dia a dia. Muita gente passou por estas páginas, sejam do Brasil, ou de fora. Sejam para divulgar materiais, sejam para sugerir e opinar, dando sua versão, sua contribuição. E como era de se esperar, conforme a empreitada vai ficando maior, os problemas que antes nem existiam, começam a aparecer, e aos montes. O que antes se fazia por puro hobbie, começa a tomar proporções antes não imaginadas. E o projeto vai tomando forma e se tornando adulto, criando subprojetos, com novas perspectivas e novos desafios. Os poucos que se juntaram na caminhada, em seu início, hoje se misturam a tantos outros, que continuam conosco mês a mês, e a tantos outros que também já não estão mais por aqui.
E as conquistas? Ah, estas foram muitas! E a mais recente delas é nosso próprio ISSN. Em breve apresentaremos mais detalhes a respeito. Em breve estaremos com site novo e ações ainda mais movimentadas dentro das mídias sociais existentes. Será que teremos uma edição internacional? E edições impressas, que antes nem faziam parte dos planos?! Tem muita coisa legal vindo por aí!
Mas nem tudo são flores… Em meio a problemas, sejam de saúde, de falta de tempo e disponibilidade, de motivação, vamos caminhando, mas não cansados ou desanimados, e sim atuantes e certos que o caminho a seguir é este, cada vez com mais envolvidos, com novos olhares, que trazem novas óticas, novos pontos de vista e novas reflexões. A meu ver, em resumo, batemos a marca de dois anos de obstáculos, dois anos de conquistas!
E nesta edição de aniversário, o tema é um tanto quanto polêmico e por muitos, não compreendido ou aceito. Sabemos que existem inúmeras distribuições GNU/Linux, cada uma com um propósito e público-alvo bem específicos. Entretanto, com o passar do tempo, as distribuições, para acompanharem certas inovações ou recursos disponíveis, acabaram incluindo, seja em seu kernel, seja em seus repositórios oficiais, conteúdos não-livres e muitas vezes sem informar a seus usuários. Esta é uma realidade em praticamente todas as distribuições conhecidas e utilizadas. E é nesta realidade que também existem as distribuições Linux 100% Livres, que não são a maioria, mas estão presentes em muitos computadores e estão lá por um propósito: prover liberdade.
Neste contexto, conversamos com vários colaboradores que estão envolvidos neste tema, nos trazendo matérias sobre este assunto. Como entrevista internacional, conversamos com Rubén Rodríguez Pérez, líder do Projeto Trisquel Linux, uma das distribuições 100% livres, e bastante popular entre aqueles que buscam um desktop linux bonito, estável e 100% livre.
Além do tema de capa, recebemos uma quantidade enorme de novos materiais, que poderão ser encontramos nas suas respectivas seções. Também voltamos, a todo vapor, com novas promoções entre os leitores da revista! Então estejam atentos, pois muita coisa bacana está a caminho.
Para finalizar, neste segundo aniversário, venho mais uma vez agradecer a todos os envolvidos com a Revista Espírito Livre. Um abraço forte a todos!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Configurando SIS 672 no Ubuntu 11.04




O lançamento do ubuntu 11.04 se deu normalmente no dia 28 de abril de 2011, como sempre ainda restaram alguns bugs, pois quem instala do firestarter esta com um bug estranho que leva o firestarter a não abrir o registro do sistema e não demonstrar as tentativas de invasões, entretanto o firewall continua agindo isso pode prejudicar a percepção de um ataque ao sistema, além do X como um todo por ser um xorg muito recente esta muito instável, e o retorno dos problemas do plymouth em algumas placas de video como sis por exemplo talvez até pela instabilidade do xorg.
O funcionamento das placas sis 671/672/771/772 e series no ubuntu 11.04 foi facilitado pela feliz idéia de um integrante de um forum na indonésia, que me foi reportada no blog pelos comentários do amigo Chiro San no post que fiz sobre a novela do unity que acabou sendo lançado como default mesmo no ubuntu 11.04 o que vamos nos reportar ao final deste post, entretanto o principio basilar desta idéia é facilitar a compilação do driver sismedia no ubuntu, o que em tese daria ao ubuntu um driver sis 671 mirage 3 series que não tera mudanças de uma versão para outra uma vez que compilado dentro da propria maquina se adequa as caracteristicas do xorg e do sistema no momento do primeiro comando que inclui exatamente o termo configure, e o grande facilitador foi exatamente ter-se chegado a uma lista exata de pacotes necessários e a um comando de configuração que em todas vezes que fiz não deu sequer um erro no comando posterior, e o driver sismedia é um bom driver embora alguns digam que provoca bug no player de video isso não é verdade o que ocorre é que alguns player não trazem a opção de mudança da saida de video e como este driver apenas fornece a opção de video do X11 XV fica claro que players como totem e banshee não irão funcionar e em alguns caso vão até reiniciar o X, já mplayer, vlc e gnome-mplayer vão funcionar perfeitamente mudando a saida de video pois oferecem esta opção, para compilar o driver sismedia no ubuntu 11.04 não importando se o sistema é 32 ou 64 ou o tipo do xorg pois vai ser uma criação interna do driver e vai funcionar sem o xorg.conf e de uma forma que nunca testemunhei em sis 671 mirage3, o primeiro passo é instalar os pacotes necessários a compilação
Neste caso o melhor é o modo gráfico através do gerenciador de pacotes synaptic, abra o gerenciador para os que estão utilizando o modo classico basta ir para sistema - administração - gerenciador de pacotes synaptic os que estão utilizando unity clique na barra lateral no botão aplicativos e na caixa de pesquisa digite gerenciador clique no resultado que aparecer em gerenciado de pacotes synaptic, pronto agora com o gerenciador de pacotes aberto, vamos a instalação dos pacotes necessários. quando abrir o gerenciador de arquivos o seu uso é simples se restringe a pesquisar marcar para instalação e aplicar a instalação dos pacotes, que podem ser instalados em lote bastando marcar todos eles para instalação e aplicar ao final, para pesquisar clique no botão procurar com uma lupa logo do lado direito, e na janela que abrir digite o nome do pacote, para marcar no resultado da pesquisa vai aparecer um pacote com o mesmo nome, clique com o botão direito do mouse e depois clique na opção marcar para instalar e depois confirme, e após marcar quantos pacotes queira clique em aplicar na barra de tarefas na parte superior do programa e depois é so assitir, lembrando que é obrigatório esta conectado a internet, os pacotes a ser marcados e instalados para a compilação são os seguintes:

git
xorg-dev
mesa-common-dev
libdrm-dev
libtool
build essential


OBS: confirme as mudanças oferecidas em outros pacotes, e alguns já podem esta instalados ou já marcados para instalação deixe estes como estão e a falta de alguns destes pacotesou suas dependências levam o procedimento ao fracasso total.

após a instalação vamos baixar o driver propriamente dito o que neste caso se faz através de um repositorio especifico, através de um comando que vai baixar automaticamente o driver para a sua pasta pessoal, para isso abra um terminal e digite o seguinte:

git clone git://github.com/hellnest/xf86-video-sismedia-0.9.1.git

aguarde o final do download e o source code do driver vai esta em sua pasta pessoal o proximo passo é acessar a pasta do codigo portanto no mesmo terminal digite e clique enter

cd xf86-video-sismedia-0.9.1

Agora vem o pulo do gato é aqui onde esta o diferencial desta compilação pois o comando de configuração abaixo garantiu uma incrivel compatibilidade de compilação com o ubuntu, para configurar o driver no mesmo terminal entre com o comando:

./configure --prefix=/usr --disable-static

O driver já vai estar preconfigurado para o seu sistema seja ele 32 ou 64 então entre no mesmo terminal com o comando abaixo para criar o driver

make

Agora o driver esta configurado e criado para o seu sistema vamos instalar, pois esta instalação é muito diferente da deb, basta entrar no mesmo terminal com este outro comando:

sudo make install

Pronto agora o driver foi configurado, criado e instalado reinicie o sistema e ele já vai estar operando em 1280x800 neste caso não se faz necessário xorg.conf.

para os que tem resolução 1366x768 crie um arquivo de texto em branco com o gedit chamando no terminal sudo gedit e navegando ate a pasta /etc/X11 e nomeie este arquivo como xorg.conf e cole os codigos abaixo e salve:

Section "Device"
Identifier "Configured Video Device"
Option "UseTiming1366" "yes"
EndSection

Section "Monitor"
Identifier "Configured Monitor"
EndSection

Section "Screen"
Identifier "Default Screen"
Monitor "Configured Monitor"
Device "Configured Video Device"
EndSection


Agora que o sistema já esta funcionando vamos configurar a saida de video para que esta seja compatível com o driver conforme descrevemos acima, para isso entre com o comando abaixo em um terminal.

gstreamer-properties

A janela que aparecer sera identica a que ilustra este post, deixe as opções da aba video o mais parecida possivel com a do post clique na imagem acima para ampliar.

O totem e o banshee não modificam suas entradas de video logo são imcompativeis com este driver que apenas opera com saida X11, recomendo fortemente o gnome-mplayer que pode ser instalado pelo synaptic como já descrito tendo o cuidado de após a instalação ir em preferencias e logo na primeira aba da janela mudar a saida de video para X11, para os mais avançados também vale a pena mudar o plugin do firefoxdesinstalando o pacote totem-mozilla e instalando em seu lugar o gecko-mediaplayer, que é muito melhor que o primeiro embora tenha um cache padrão infinitamente maior pois esta originalmente regulado para transmissões de alta qualidade.

Eu já tinha utilizado este driver em versões anteriores do ubuntu, mais em forma de binário destinado para uma versão especifica do ubuntu de acordo com a arquitetura e o xorg, mais o mesmo driver e sempre ele teve esta limitação de apenas fornecer a saida de video do X11, não que ele gere um bug, mais os programas que utilizem video tem que esta utilizando saida X11 como o próprio driver, aqueles que não possam ser modificados para esta saida vão procurar as saidas de video para o qual estão regulados e claro não existem neste driver, podendo assim gerar um travamento por sua busca incessante e até um reinicio da parte grafica, mais em player de video que tenham a opção da saida X11 como o gnome-mplayer e o mais competo smplayer sempre modificando a saida de video do player para X11 que é a unica saida de video habilitada pelo driver, mais em X11 com 2D este driver é muito melhor que o vesa, pois não tem borrões ou linhas e a imagem é perfeita.

OBS: O sistema abre como gnome 2 entretanto recomendo que instale o unity 2D, por ser default do sistema esta mais adaptado as suas funções, para isso basta utilizar o synaptic na forma já descrita neste post, e pesquisar por unity no resultado da pesquisa marque para instalação unity-2d e sera instalado a interface e as dependências, reinicie o sistema, quando o computador abrir já estará em unity 2d pois esta é a interface default.

Anderson (chiro San) em mais uma contribuição valiosa a comunidade, para aqueles que tenham um conhecimento medio a grande, fez um script muito bom de instalação automática do driver que pode ser baixado no link abaixo.

http://www.ubuntero.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Driver-sismedia-11.04.sh.tar.gz

OBS 2 - Por se tratar de uma compilação esta solução serve não apenas para o natty, mais para todas as versões passadas e até futuras do ubuntu, já testei no 10.10 e também ficou perfeito, e no futuro caso algum pacote da lista fique obsoleto, sera substituido por outro é apenas o trabalho de descobrir o substituto, que poderá ser facilmente encontrado no site ubuntu packages
.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Tudo sobre o Ubuntu 11.04

Finalmente! Depois de muita especulação, mudanças drásticas, brigas com a comunidade e até mesmo a dúvida do gerenciador de janelas padrão, o Ubuntu 11.04 já está disponível para download, trazendo várias novidades e diversas mudanças na interface. Então, enquanto o download não termina, que tal pegar um copo de café e acompanhar com a gente as principais novidades na mais nova versão do Ubuntu?

Por padrão, você tem quatro desktops virtuais para organizar suas janelas

Antes de mais nada: sim, o tão comentado Unity é o gerenciador de janelas padrão do Ubuntu. O GNOME ainda está lá, mas escondido em uma nova interface. Aliás, se o seu computador por algum motivo não suportar o Unity, o sistema automaticamente entra no GNOME. Isso pode acontecer se a sua placa de vídeo não suportar 3D, ou se os drivers para a placa não estiverem instalados (ou configurados do jeito certo).

Dica: se a placa do seu computador é uma NVidia, não esqueça de instalar os drivers.

Uma vez que o Unity esteja funcionando em toda sua glória, é hora de tentarmos entender o que está acontecendo. Se você já usa o Unity, não deve sofrer muito com o novo gerenciador de janelas. Caso você tenha se acostumado com o GNOME, vamos ao que importa:
A barra do rodapé sumiu. No Unity ela simplesmente não é mais necessária.
A barra superior sofreu uma mutação: agora ela também mostra os menus do programa que estiver em destaque, de uma forma similar ao Mac OS.
Há um lançador de aplicativos no canto esquerdo da tela. Você pode adicionar seus programas preferidos ali, para rápido acesso. A barra fica oculta quando você maximiza uma janela ou arrasta uma janela para o canto esquerdo, mas ela volta a aparecer automaticamente quando a área estiver “desocupada”.

No final, o que temos? Uma área de trabalho mais limpa, com o mínimo de elementos, o que permite usar ao máximo o espaço disponível. Usando corretamente, a única área que fica ocupada é a barra no topo, que não deve cobrir nem 5% da maioria dos monitores. Usuários de netbooks devem ficar muito agradecidos com essa mudança. Por outro lado, como não há mais uma barra com os programas abertos, quem gosta de manter as janelas maximizadas e alternar pela barra (como é o meu caso) vai sofrer um pouco para se acostumar.

Obviamente, você não é obrigado a ficar com o Unity como padrão. O GNOME padrão ainda está disponível, e também dá para instalar outros gerenciadores de janela. No meu uso pessoal, a combinação de dois monitores e uma placa NVidia não deu muito certo. Pode apenas ser um caso específico, mas o meu exemplo mostra que o Unity ainda precisa de alguns cuidados.

Sobre o lançador de aplicativos: sabendo usá-lo corretamente, você vai amá-lo. Digamos que a barra esteja oculta, mas algum programa exige a atenção do usuário — um novo e-mail ou o fim de um download, por exemplo —… O ícone desse programa aparece no canto esquerdo e dá uma balançada para chamar sua atenção. Além disso, alguns programas podem mostrar pequenas notificações junto ao ícone, de uma forma similar às notificações do iOS (por exemplo, o Evolution mostra quanto e-mails novos estão na caixa de entrada).

E como fazer para abrir mais de uma janela do mesmo programa? Simples, clique com o botão do meio do mouse. Se você estiver em um notebook, clique no touchpad com os dois dedos ou aperte os dois botões ao mesmo tempo. Para ver todas as janelas abertas, clique no ícone do aplicativo e ele vai mostrar miniaturas das janelas. E você ainda pode chamar os aplicativos pelo teclado. Aperte a tecla Super (aquela que normalmente vem com o logo do Windows) e o lançador vai ficar com os aplicativos “numerados”; em seguida, pressione a tecla correspondente e o programa é aberto. Simples e rápido.

Além disso, o lançador ainda tem alguns botões extras com funções diversas: lixeira, busca, atalhos para pendrives e discos externos, e também um botão para exibir as áreas de trabalho virtuais. E, se você estiver navegando pelos seus arquivos e quiser abrir um arquivo específico, arraste-o para a barra: apenas os programas capazes de abri-lo ficarãohabilitados.

Existem diversas outras novidades no ambiente visual que podem ser exploradas para tornar a navegação mais rica, mas trataremos delas em outros artigos.

Alternando entre janelas. Infelizmente, até onde vi não é possível selecionar abas no caso do Chrome ou Firefox

Sobre a instalação do sistema. Se você já tem o Ubuntu 10.10 no computador, o instalador vai perguntar se você prefere atualizá-lo ou fazer uma instalação limpa. A escolha é sua, mas se você instalou muitos programas alternativos ou fez alterações pesadas na instalação, pode valer a pena fazer uma instalação do zero. Aliás, fica a dica: sempre mantenha o diretório /home em uma partição separada, assim você pode fazer quantas instalações quiser sem perder seus arquivos e configurações pessoais.

Com relação aos programas, além do Firefox 4, temos também o Banshee, novo player de música padrão e que substitui muito bem o Rhythmbox. Além disso, o LibreOffice é a nova suíte de documentos padrão, substituindo o OpenOffice. Outros aplicativos também foram atualizados e receberam cuidado especial, como o Empathy programa de mensagens instantâneas que suporta diversos protocolos (MSN, GTalk e outros).

A Central de Programas do Ubuntu também recebeu uma boa atualização, e agora é possível avaliar os programas disponíveis, além de deixar comentários. Ou seja, com o tempo será possível saber quais são os programas mais recomendados pela comunidade, e isso ainda poderá ser útil para os desenvolvedores, que agora terão um feedback direto dos usuários. Uma outra sacada é que você tem a opção de adicionar o aplicativo ao lançador logo durante a instalação, sem precisar arrastá-lo para lá.

Ubuntu One, seus arquivos na nuvem
Usuários do Ubuntu One — serviço de armazenamento nas nuvens da Canonical — também foram agraciados com boas mudanças: o painel está mais simples, as opções estão centralizadas, e além de sincronizar contatos de email e do celular, agora você pode sincronizar contatos da sua conta no Facebook. Interessante, não?

Há muito mais que poderíamos falar sobre o Ubuntu 11.04, e com certeza traremos outras notícias e tutoriais nos próximos dias. Se você já tem o Ubuntu instalado, simplesmente atualize-o pelo Synaptic. Caso contrário, faça o download no site do Ubuntu. Mesmo que você nunca tenha testado o Linux, vale a pena dar uma olhada.

Fonte: TecnoBlog